Postado dia 07/06/2014 às 19h01 - Atualizado em 15/09/2014 às 19h46

Divagando sobre flores e o amor

None

Amante da poesia e com alma de escritor

Com divina inspiração pra definir uma flor

Concluí que a musa é feminina

E é por isso que domina

Qualquer sentido que for

Uma questão de amor.

Avó e mãe, filha ou neta

É nesse caso específico

Uma linhagem completa
Pelo lado feminino

Conjunto feito de amores

É um poema, é um hino

Um jardim com lindas flores.

A beleza feminina é coisa pra lá de fina

Não há nada mais perfeito

A flor ainda em botão

Tem a forma do coração

Que bate dentro do peito.

As rosas, pela aparência

Se mostram todas iguais

E no perfume também

Mas ninguém sabe, no escuro

Qual é a cor que elas têm.

É interessante que todas

Têm o pé do mesmo tom

E até as folhas normais

As mesmas pétalas macias

Porém na cor desiguais.

Não se vê o pigmento

Que produz essa mudança

Das matizes só na flor

Nuanças de tais belezas

Que se difundem em amor.

Cor de rosa é rosa pura

No perfume e na aparência

Vermelha, branca, amarela

São cores que se ostentam

Sem julgar qual é mais bela.

Assim também é o amor

Não tem idade nem cor

Mas pela flor se revela

Um amante apaixonado

Quando quer fazer agrado

À sua cara donzela

Esquece até preconceito

E embora meio sem jeito

Busca uma e dá pra ela.