Postado dia 05/09/2017 às 20h43 - Atualizado em 08/09/2017 às 15h06

Prefeitura melhora estrutura do setor tecnológico da administração pública

Mais eficiência e economia são as metas do governo municipal
Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Penha

Garantir mais agilidade, eficiência e economia no serviço público. Esse é objetivo do governo municipal, que (está implantando) dentro da administração pública um departamento de T.I. (Tecnologia da Informação), serviço que era terceirizado até o ano passado. “É inadmissível chegarmos a segunda década do século XXI e a prefeitura de Penha ser a única que não tinha ainda um departamento de T.I.”, aponta o secretário de administração Diego Mattiello.

A imensa defasagem e sucateamento dos equipamentos de informática encontrados na prefeitura de Penha acaba prejudicando o atendimento ao público, segundo o coordenador de Sistemas da prefeitura, Carlos Marcelino. “A tecnologia é fundamental, se o servidor público não tiver as ferramentas adequadas e necessárias para exercer seu trabalho, o atendimento e a resposta dos serviços públicos serão afetados”, comentou.

É o caso de computadores com mais de dez anos de uso, com o Windows XP instalado, um sistema operacional que foi substituído já em 2006, e desde 2014 não tem mais suporte da própria fabricante. “Esses computadores, não tem capacidade de rodar versões mais atualizadas do sistema operacional”.

Caso ainda mais graves é a situação das impressoras, cuja grande parte já não funciona e acumula o almoxarifado da prefeitura, junto com dezenas de outros computadores que já viraram sucata. Já na administração passada, parte do serviço era terceirizado com locação de impressoras, alternativa que o governo acredita ser mais econômica: “Se um equipamento estraga não é custo para o município, ele é apenas substituído pela empresa locadora, que também é responsável por toda a manutenção dessas máquinas”, explica Carlos Marcelino. Por isso, o governo decidiu não comprar mais esses equipamentos e partir para a locação completa do serviço, seguindo o que já é praticado por várias prefeituras da região e diversas empresas privadas: “Muitas impressoras são antigas, e tem toners que não são mais fabricados, e cujo a recarga custa cada vez mais caro. Quando quebram, fica difícil até achar as peças. Isso sem contar a própria interrupção do serviço público quando uma repartição fica sem equipamento”, relata o técnico em informática.

Um exemplo de economia já aconteceu no pregão de licitação, onde o valor estipulado de 551 mil e 534,88 reais para locação de impressoras, multifuncionais e scanners acabou caindo para 199 mil e 950 reais na concorrência pública. “Cada cópia vai custar a prefeitura dois centavos e meio”, comemorou o coordenador de T.I. Outra iniciativa para economizar recursos é reduzir o número de impressões, com a adoção do sistema “1 Doc”, um software que documenta a comunicação interna entre os órgãos do governo sem a necessidade de papel. “Também estamos locando scanners para digitalizar todos os processos, e assim necessitar de menos impressões”, adicionou Carlos.

O próximo passo do governo municipal será a aquisição de novos computadores e notebooks. “O setor de informática da prefeitura está muito defasado, e isso prejudica a eficiência do serviço público”, diz Carlos. “Vamos comprar equipamentos corporativos, que além de serem mais duráveis, vão garantir mais eficiência no serviço público”, garantiu.