Postado dia 01/03/2017 às 15h49 - Atualizado em 07/03/2017 às 18h07

Rede municipal de saúde passa a contar com médico-cirurgião

Com contratação, secretaria normaliza todos os serviços da rede municipal interrompidos no ano passado
Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Penha

Já começou a atender em Penha um médico-cirurgião pela rede pública municipal de saúde. Os atendimentos serão sempre na sexta-feira, e iniciaram no último dia 24. O profissional realiza operações de pequena e média complexidade, como cirurgias de hérnia, vesícula, etc.

Para buscar o procedimento, os pacientes deverão antes consultar um clínico na unidade de saúde da rede municipal mais próxima da sua casa. O médico clínico geral fará o encaminhamento para consulta com o cirurgião, que comprovará a necessidade de cirurgia. “Mesmo nos casos que a pessoa já tenha um diagnóstico de um médico particular e busca essa cirurgia na rede pública, ela deve se consultar com o clínico do posto de saúde, para fazer esse encaminhamento”, explica o secretário municipal de saúde, o vice-prefeito Lindomar Schulle.

Inicialmente, no entanto, a prioridade do médico-cirurgião será com pacientes que esperam desde o ano passado pelo procedimento. “Vai seguir uma lista de espera que vem desde 2016, mas acredito que dentro de 150 dias a situação deve se normalizar”, comentou o secretário.

Além do médico-cirurgião da própria rede municipal de saúde, para lidar com o problema do grande número de pessoas à espera de uma operação, o governo municipal está articulando participar de um mutirão de cirurgias, que acontecerá em abril próximo. “Será uma força tarefa envolvendo a região da AMFRI, onde esperamos realizar centenas de operações concentrando esforços e otimizando todos os recursos para esse projeto”, explicou Lindomar. Além de hérnia e vesícula, outras operações previstas serão de catarata, vasectomia e cirurgias em geral.

Com a contratação do cirurgião, a secretaria municipal de saúde conseguiu em dois meses restabelecer toda a rede de serviços oferecidos pela população até setembro do ano passado, quando foram suspensos.